A disfunção erétil afeta milhões de homens no Brasil e ainda é cercada de silêncio. Buscar ajuda é o primeiro e mais importante passo — não apenas pela qualidade de vida sexual, mas porque ela frequentemente é um sinal de outras condições de saúde que precisam de atenção.
Causas mais comuns
As causas se dividem em vasculares (hipertensão, diabetes, aterosclerose), neurológicas, hormonais (baixa testosterona), psicogênicas (estresse, ansiedade, depressão) e medicamentosas. Frequentemente, há combinação de fatores — daí a importância da avaliação completa.
Diagnóstico moderno
Anamnese detalhada, exame físico, exames laboratoriais (perfil hormonal, glicemia, lipidograma) e, em casos selecionados, ultrassonografia doppler peniana ou avaliação psicológica compõem o diagnóstico. Cada componente identificado abre uma porta de tratamento.
Tratamentos disponíveis
O arsenal terapêutico inclui mudanças de estilo de vida, medicamentos orais (inibidores da PDE5), terapia hormonal quando indicada, dispositivos a vácuo, terapia por ondas de choque, injeções intracavernosas e — em casos selecionados — implante de prótese peniana. A escolha é sempre individualizada.